No Dia Mundial das Cidades, CNM reforça a importância de Municípios inteligentes centrados nas pessoas

No Dia Mundial das Cidades, CNM reforça a importância de Municípios inteligentes centrados nas pessoas

Para a CNM, o debate ganha urgência em um contexto de crises múltiplas: mudanças climáticas, fluxos migratórios intensos e desigualdades crescentes colocam os centros urbanos na linha de frente dos desafios globais. A Nova Agenda Urbana, a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, a Carta Brasileira para Cidades Inteligentes e a Lei do Governo Digital são algumas das referências para que inovação e transformação digital resultem em urbanização verdadeiramente sustentável – com as pessoas no centro.\nA publicação da Portaria 1.012/2025, que estabeleceu os requisitos e instrumentos para que os Municípios desenvolvessem suas diretrizes em alinhamento aos instrumentos de planejamento da política urbana, especialmente o Estatuto da Cidade, contou com a participação da entidade.\nDéficit  habitacional\nNo Brasil, dados divulgados em 2025 pela Fundação João Pinheiro, apontam que o déficit habitacional no Brasil se aproxima de 6 milhões de moradias, com uma tendência de queda no componente quantitativo e um aumento no componente qualitativo. O déficit habitacional absoluto, que representa a falta de moradias, recuou de 6,21 milhões para 5,97 milhões de domicílios entre 2022 e 2023, fazendo com o Brasil registrasse agora o menor déficit habitacional de sua história.\nPor outro lado, o número de moradias consideradas inadequadas atinge a marca de 27.661.405, evidenciando um crescimento de um milhão de moradias em comparação ao último levantamento. O déficit qualitativo se refere àquelas moradias que, mesmo existindo, não oferecem condições adequadas de habitabilidade, como falta inadequações fundiárias, ausência de banheiro, ausência de energia elétrica, abastecimento de água, esgotamento, piso inadequado entre outros
  • 31/10/2025